Retornar. A outra volta do relógio, ou as horas que o ponteiro esquece de marcar. O movimento da sombra dos ponteiros, para que lado costuma apontar? Aponta, ou desaponta? Chronos ou Aiôn? Ou melhor, como sabemos e sentimos: Aponta e desaponta; Chronos e Aiôn. O relógio sem ponteiros do coelho no encontro com Alice. Mas por que retornar a Alice? É que assim como o fundo da toca do coelho parece não ter fim, a potência e os encontros com estes escritos produzem ricochetes e repiques em uma espécie de infinite mode. Espinosa e o ser infinitamente infinito.
Retomar. Uma atividade qualquer (qual quer?), um movimento, uma aposta. É preciso falar de usinas e de turbilhões, pois é assim que a psicologia e a física quântica dão juntas, cada qual, preservadas suas distâncias e proximidades, um salto. Um salto dentro da toca, fora do "eu-individualizante-individualizado", girando através de suas dobras.
Posted at 07:48 am by rfelipe