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Jan 24, 2008
Posted at 05:18 pm by rfelipe
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(...) avez-vous des questions a poser?
Posted at 04:14 pm by rfelipe
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Jan 20, 2008
"(...) runaway, runaway as fast as you can, from anything that needs discipline." - (The Year of Purification - M.S.P.)
Posted at 05:29 am by rfelipe
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Jan 9, 2008
+... uma resposta afectiva.
Resposta ao texto de um amigo, que me fora gentilmente enviado dia desses
Amigo B. & grande elenco,
Primeiro: peço desculpas aos demais "leitores" desta mensagem. É que
com o tempo me tornei um tanto mal-educado - adquiri a estranha mania
de responder para todos as mensagens que me são enviadas, sempre que o
endereço de e-mail que utilizo aparece entre todos os outros para quem
a mensagem foi enviada. Não seria essa mais uma estratégia a la
Big Brother? Ou simplesmente travessura e falta de inibição atreladas a
uma ode ao vouyerismo...? – desculpas aceitas, ou não, sigo adelante!
Segundo: obrigado por escrever, por produzir... por arriscar um salto acrobático dos infernos, ou seja,
ousar pensar-sentir. Hoje é esse um dos mais raros acontecimentos, diga-se de passagem: pensar e sentir (não necessariamente nessa ordem). Pouco importa o tema que move o pensar-sentir, que o move a pensar e sentir. E
você escolheu um “big” tema. De fato esse programa de TV, o Big
Brother, povoa imaginários, bate papos, e adjacências. É real e virtual
ao mesmo tempo (hoje em dia, em tempos de convergência tecnológica
elevada ao exponencial absoluto... o que não é ?), se atualiza e
torna-se possível... bate as asas de uma ubiqüidade tresloucada,
invadindo lares, sonhos, desejos e quantas forem as engrenagens da
maquinaria humana. Promove interações inusitadas, pois acomoda
carinhosamente, mesmo que à distância, seus críticos mais algozes junto
a seus telespectadores apaixonados, todos dentro de um mesmo saco. O
Big Brother funciona às vezes como um Analisador (conceito “roubado” do
Behaviorismo por um tal Guattari & Cia.) permitindo-nos enxergar
até as entranhas institucionais que nos subjetivam. Quer um exemplo: O
Big Brother nos permite mentir, pois quem disse que nunca assistiu ao
programa está mentindo. Já está até dentro do programa, atuando como
aquele que representa o papel de quem diz que nada viu. Pois nós
assistimos ao Big Brother, é inevitável, através da Internet, da TV,
dos diversos anúncios de propaganda, no barzinho, nas salas de aula,
pelas esquinas... espaços-tempo tão repletos de um monte de gente, de
um monte de falas, de uma discursividade tão frenética, com direito até
a baba escorrendo pelo canto da boca. “(...) não nos falta comunicação(...)” disse-nos certa vez,
um filósofo querido. Não nos faltam Big Brothers também, aqui e acolá...
o pobre George Orwell, seu Big Brother e seu 1984, há muito foram
enterrados. Nem são citados quando a família cresceu e a
franquia/família Big Brother gerou Irmãos ainda Maiores. Terceiro: BBB e Psicologia, um casamento possível? Não, a Psicologia preferiria núpcias com o Alemão, que é muito mais sarado.
Abraços & afectos, RFelipe
Posted at 06:54 pm by rfelipe
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Jan 8, 2008
bikers are (always) welcome.
Posted at 03:40 pm by rfelipe
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Jan 6, 2008
Posted at 11:31 am by rfelipe
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Jan 1, 2008
"Once upon a time when work work meant something once
upon a time a dignity a meaning a beginning a middle and an end and you cared about what the next
man did or thought not not now each to own and own [...]" Patrick Jones(1965 - ___)
::2008: UM NOVO TEMPO, APESAR DOS PERIGOS.::
____________________________________________________________ .
Posted at 03:05 pm by rfelipe
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Oct 12, 2007
.:sleep’in,
sleep’out, never’sle-ep, slap-top-pow-sock-tum-pi(ri)sh!
‘the everlasting;
-
won’t you come bAck upsidedow_n?
driv’in
constantly at the same speed… speed-mountains, speed-flyes.:
neverstop =
Posted at 09:43 am by rfelipe
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Oct 6, 2007
... e eu precisava apenas e uma tarde dessas, de
chuva povoada por pingos, respingos, estilhaços d’água, poças e pressa alheia.
A pressa das pessoas, no centro da cidade, disputando espaço debaixo das
marquises, driblando guarda-chuvas e sombrinhas. E eu, atônito e alheio a um
pouco disso tudo. Caminhar, seguir adiante, velocidades
e lentidões perpassadas pelo choque, hora sim, hora não, com algum
desses montes de transeuntes. Por que tanto medo da chuva? Ou pior, por que
estarem avessos à chuva? Nossos terríveis dias-noites secos tal como os
desertos da África Setentrional. Nossa pele ressecada, rachada, e nossa
respiração dotada de uma certa disritmia. O nosso deserto é pior do que o
deles. ¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨..
Posted at 12:55 pm by rfelipe
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Oct 2, 2007
Posted at 07:46 pm by rfelipe
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