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Há "pessoas" realmente muito pouco interessantes nesse mundo. Eis a lógica do lamento e da inveja, dos que não se mexem, mas tentam agarrar os moventes... essa é a estratégia do zumbi, do morto-vivo, do vampiro-em-fim-de-carreira, e do besouro conhecido vulgarmente por rola-bosta, ou coisa parecida. Desculpem-me pelo exacerbado uso de figuras, mas não encontrei outros modos de expressar o meu espanto. Pobres seres despotencializados/despotencializantes, fomentadores de paixões tristes. E o pior, eles existem em bando, e insistem aos montes, em maldizer algo que possibilita um encontro, um bom encontro. Eles nem merecem resposta, e não respondê-los os deixaria na vontade, na coceira... uma resposta, que poderia disparar novas linhas-questões, mas que neles não (re)produz mais do que um bate-rebate, em som uníssono-sonso, numa espécie de lento trepidar inócuo, que antecede à ruína e ao desmoronamento. A busca por estabilidade, por estados em si, que nada mais são do que piruetas idiossincráticas de um atleta narcisista. Um salto aqui se faz necessário para que nessas linhas não reste apenas o cheiro mórbido de uma morte anunciada. |
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